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terça-feira, 15 de abril de 2014

A tontaça


LI, RELI e ainda me dei ao trabalho de voltar a ler – enquanto me beliscava, é claro: “Presidente da Assembleia da República pede para ser recebida na Associação 25 de Abril”. Não sei se alguém aconselha Assunção Esteves. Duvido. Porque se assim for, é tão tonto quanto ela. 
Acho que dizer mais qualquer coisa seria definitivamente redundante. Além claro que, neste penoso "folhetim", os protagonistas estão bem um para o outro, ou seja, entre o "marmanjo" para a "tonta",  venho o diabo e escolha!

domingo, 13 de abril de 2014

O marmanjo

ATÉ PARECE que sou "bruxo"… A criatura que, vá lá saber-se porque razão, se arma em "dono" de uma data que lhe chegou ao conhecimento apenas graças ao bendito "transistor" e às ondas curtas, não resistiu aos holofotes e microfones estendidos e, qual burgesso, encheu o peito de ar e ufanou-se de poder vir a ser "melhor presidente" que o actual inquilino de Belém - coisa aliás tão fácil que até o palhaço do circo Cardinalli já mandou fazer o fraque da fotografia oficial. 
Tem piada... tenho lá em casa uma ararra que ainda ontem discutia com o símio do andar de baixo exactamente esse mesmo assunto. Graça a deus (a minúscula tem razão de ser, porque eu não sou baptizado…) que me têem respeito e ao segundo berro que lhes dei baixaram a caximónia e meteram a viola no saco. É o que falta a este marmanjo chamado Vasco Lourenço, que lhe custa perceber que o 25 de Abril pertence certamente muito mais a quem o respeita e a todos os que o viveram do que a quem dele se apropria e utiliza em benefício próprio. Ponto final.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vem aí uma polémica inútil e bacoca...


EU GOSTAVA muito que alguém me conseguisse explicar porque carga de água é que aquela criatura que – vá lá saber-se porquê... – se comporta como “dono” de uma data em que, se formos “detalhistas”, ele até nem participou (a História prega-nos cada partida, n'é?), resolveu “exigir” discursar no plenário da Assembleia da República na sessão que irá comemorar os 40 anos do 25 de Abril…
Eu até entendo que o sujeito em causa, na sua costumada ânsia de protagonismo, queira criar mais um “caso”, envolver-se em mais uma polémica, fazer uns títulos e tentar arrastar os incautos do costume a quem hoje em dia basta um singelo toque de reunir para marcharem desalvorados por essas redes sociais abaixo a zurzirem a torto e a direito em tudo o que lhes cheire ao que eles consideram como “politicamente incorreto”. Mas antes de o fazerem, convinha que essas “tropas” pensassem um bocado e, em consciência, tentassem descortinar a lógica e a racionalidade de uma “exigência” desse tipo. Que só foi feita, obviamente, para ouvir um “não”… 

P.S. - E já agora, também gostava que alguém me explicasse porque é que ainda ninguém ensinou a desastrada dra. Assunção Esteves a não cair em "esparrelas" como essas...