
domingo, 22 de Novembro de 2009
Il Divo

sábado, 21 de Novembro de 2009
Uff! (ou do mal o menos...)
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
Um partido à deriva
Uma simples pergunta...

SOB o título "O que pensará hoje Cavaco Silva, que há uns anos falava da boa e da má moeda?", Pedro Santana Lopes escreve um excelente artigo na sua habitual coluna no semanário "Sol" e que não resisto a transcrever:
"Face ao que se vem passando em Portugal, compreenderão que muitas vezes sinta alguma curiosidade sobre o que pensará e sentirá o Presidente Cavaco Silva que, aqui há anos, defendeu que a boa moeda tinha de substituir a má moeda.
Perante o estado a que chegou o país – e que atinge o Presidente da República nos seus níveis de popularidade –, o que pensará a pessoa que entendeu que era precisa ‘moeda’ bem diferente da que existia quando escreveu o célebre artigo?
Tenho esta curiosidade – e não mudei a minha opinião de que, apesar de tudo, é um conforto ter uma pessoa com a honradez e o sentido de responsabilidade de Cavaco Silva na chefia do Estado.
Só que tudo o que se passa vai exigir, nos próximos tempos, muita firmeza política da sua parte. Como Presidente e como eventual candidato. Não é só o centro-direita que precisa de um Presidente que garanta ordem e rectidão, e que crie as condições políticas para Portugal poder recuperar e progredir. Será Cavaco Silva a protagonizar esse caminho? Já faltará pouco para se saber a decisão.
É essencial que, qualquer que seja o candidato, assuma posições claras sobre os tais temas imperativos de que falei na semana passada e que justificam a tal conferência nacional que referi.
Quase tudo deve mudar, a começar por normas do sistema de Governo e do sistema eleitoral, passando pela Justiça, pela Segurança Social, pela comunicação social.
No sistema de Governo, por exemplo, das duas, uma: ou se limita o poder presidencial de dissolução do Parlamento – ou então, como em França, dá-se ao Presidente da República o direito de presidir ao Conselho de Ministros quando o entender (actualmente, só o pode fazer se o primeiro-ministro o solicitar).
No sistema eleitoral, deve pensar-se na introdução de círculos uninominais ponderados com um círculo nacional proporcional, para além da redução do número de deputados.
No sistema de Justiça, reformar profundamente o regime do segredo de Justiça.
Na comunicação social, reforçar as garantias do pluralismo e prever incompatibilidades éticas.
Na Segurança Social, requacionar, entre outras coisas, o direito ao 14.º mês para as pessoas de rendimentos mais elevados.
É impossível a situação nacional continuar como está. Tal como é insustentável o Estado Providência, em geral, continuar com as responsabilidades que ainda lhe cabem.
Portugal tem novamente pela frente um duro caminho para o reequilíbrio financeiro. Só que a paciência dos portugueses é menor – porque já fizeram vários caminhos desses e tudo volta sempre ao mesmo. Vai ser muito exigente. E repito: só um Governo de salvação nacional o poderá fazer."
A necessidade de novos actores
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
Coincidências...
Os energúmenos bósnios são mais energúmenos que os nossos?
Será que Cavaco já lê jornais?
Frase
terça-feira, 17 de Novembro de 2009
O paspalho ou as voltas que este País dá...
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Será que, será que, será que...
sábado, 14 de Novembro de 2009
Um cúmplice chamado Cavaco Silva...
sexta-feira, 13 de Novembro de 2009
Sem mínimos olímpicos...
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Regionalização ou "retalhização"?
domingo, 8 de Novembro de 2009
Abaixo de cão!
Narciso Miranda e o "pecado" (dos outros)...
sábado, 7 de Novembro de 2009
Um excelente livro

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Já é tempo!

Qualquer coisa que não bate certo...

Há sempre um(a) idiota à esquina de um blogue...
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
A hipótese Marcelo volta a ganhar força
O que hoje é verdade...
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
À atenção de José Saramago...

Ainda não foi desta
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Do "Público" para Bruxelas?
Um grande de Espanha

domingo, 25 de Outubro de 2009
Falta muito?
O cantor, o prémio e a publicidade enganosa...
Visita obrigatória
Uma sigla...

sábado, 24 de Outubro de 2009
Um mês depois...
Pobre partido...
Não lhe ficava mal um bocadinho de vergonha...

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Para que conste...
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Não lhe liguem, coitado...
Uff...
terça-feira, 20 de Outubro de 2009

domingo, 18 de Outubro de 2009
O deputado que não chegou a ser
Vinicius, pois claro!

Andam dizendo na noite
Que eu já não te amo
Que eu saio na noite
E já não te chamo
Que eu ando talvez
Procurando outro amor
Mas ninguém sabe, querida
O que é ter carinho
Que eu saio na noite
Mas fico sozinho
Bem perto da lua
Bem perto da dor
Perto da dor de saber
Que este céu não existe
E que tudo o que nasce
Tem sempre um fim triste
Até meu carinho
Até nosso amor
A ceia do director

quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Ele há indignações estranhas... by José Ferreira Fernandes
A PROPÓSITO da desajustada (para não dizer ridícula) pretensa campanha no "Facebook" contra o novo anúncio da cadeia de supermercados "Pingo Doce" não resisto a transcrever a crónica de José Ferreira Fernandes no "Diário de Notícias" de ontem:
"O Pingo Doce contratou um famoso publicitário brasileiro para a campanha que começou nas televisões na semana passada. Vai daí, começou outra campanha no Twitter, esta semana: abaixo--assinados de portugueses (já vão em 1600) contra o anúncio do supermercado. Fui ver. Talvez porque não seja o cliente- -tipo, o anúncio não me aquece nem arrefece. Mas, porque nasci com a dose suficiente de bom- -senso, uma coisa garanto: não tem nada que suscite uma mobilização indignada. Então? Porquê os 1600 e o frenesim, que já apela até a um encontro de indignados? Eu explico: cherchez la femme. O que, traduzido para a circunstância, é: alguém ficou sem a conta choruda que o supermercado tinha para publicidade e que foi parar ao brasileiro. A dor de corno na bolsa é das que mais doem. Espero que sem relação, mas também esta semana, alguém ressuscitou um vídeo da actriz brasileira Maitê Proença, onde ela é grosseira sobre os portugueses. O vídeo é velho de dois anos e, no entanto, também já há abaixo-assinados contra a brasileira. Se hoje Liedson marcar 5 golos (4 contra Malta e um na própria baliza) e amanhã aparecer um abaixo-assinado contra o "brasileiro" que traiu o nosso guarda-redes, vou ficar atento: o defraudado publicitário português está mesmo assanhado."
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Vai mais um copo?
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Vai um pelourozinho?
Sintomas
Sinais...
From the Equator with love...
sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Se eu votasse por esse País fora...
Lisboa - Pedro Santana Lopes, PSD/CDS/MPT/PPM
Oeiras - Isaltino Morais, "Oeiras mais à frente" (IND.)
Sintra - branco
Amadora - Joaquim Raposo, PS
Tomar - Pedro Marques, "Independentes por Tomar" (IND.)
Gaia - Luís Filipe Menezes, PSD/CDS
Porto - Rui Rio, PSD/CDS
Matosinhos - Narciso Miranda, "Matosinhos Sempre" (IND.)
Ourique - José Raul Santos, PSD
Faro - José Apolinário, PS
Vila Real de Santo António - Luís Gomes, PSD
domingo, 4 de Outubro de 2009
A bota que não bate com a perdigota...
No mínimo... estranho!
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Volver

A vez do tango!
Mas já agora, em tempos de campanha eleitoral para Lisboa, convinha saber onde pára a idêntica candidatura do fado que foi lançada por Pedro Santana Lopes em 2005. Será que os seus sucessores na autarquia deixaram cair esta iniciativa por alguma razão pessoal, partidária ou política? Ou não a acham importante? Convinha saber...
Por cima de patada... coice!
terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Valha-nos isso!
À espera...
Opção consciente!

Extraordinário!
NESTE PAÍS existem cada dia mais coincidências... Então não é que dois dias depois das eleições legislativas e onde o CDS se tornou "determinante" em arranjos de maioria parlamentar, as autoridades resolveram "visitar" três escritórios de advogados da capital, ao que se sabe todos eles relacionados de algum modo com a polémica adquisição dos submarinos no "consulado" de Paulo Portas no MInistério da Defesa. No mínimo, extraordinário!segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
A preocupação mora aqui...

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
A política do "kleenex"
Cavaco Silva sempre foi useiro e vezeiro na chamada “política do kleenex”, ou seja, no que vulgarmente se denomina por “usar e deitar fora”. Entre valores e interesses pessoais, Cavaco jamais hesitou, optando sempre pelos últimos em detrimento do que mais nobre possui a política enquanto arte - a gratidão e a solidariedade. Desde que surgiu na cena política, Cavaco nunca hesitou em “deixar cair” quem pudesse (nem que fosse ao de leve...) comprometer as suas ambições. Sucedeu, por exemplo, com ministros como Miguel Cadilhe, Jorge Braga de Macedo e até Leonor Beleza, a quem na primeira oportunidade apontou a porta de saída dos seus governos; com Fernando Nogueira, que durante mais de uma década “ofereceu o corpo às balas” como seu “número dois” e a quem desmentiu publicamente uma semana antes das eleições que opunham este a António Guterres; com Pedro Santana Lopes, a quem como artífice da sua ascensão ao poder na Figueira da Foz deve em grande parte a liderança do PSD e contra quem não hesitou em alinhar numa campanha há muito não vista no nosso País quando este ocupava o cargo de primeiro-ministro; e até mesmo com Durão Barroso a quem, em 2001 e poucas semanas antes das eleições que haviam de conduzir ao poder o actual presidente da Comissão Europeia, foi incapaz de publicamente prestar apoio.
Agora foi a vez de Fernando Lima e, por arrasto, da sua amiga Manuela Ferreira Leite que na noite do próximo domingo e a confirmarem-se as expectativas sobre o que será um discreto resultado eleitoral bem pode responsabilizar Cavaco Silva por esse mesmo score. Mais uma vez, usando de um calculismo que lhe poderá vir a sair bem mais caro do que poderá supor, o actual chefe de Estado “sacrificou” colaboradores e amigos, sempre em nome de uma estratégia e ambição pessoais que começam a ser vistas com profunda desconfiança até mesmo por quem com ele sempre esteve.
Cavaco Silva tem de entender que teve a sorte de “estar no sítio certo no momento certo”: por exemplo, quando Sá Carneiro convidou Loureiro Borges para seu ministro das Finanças e este recusou, indicando-o para o lugar; quando, na Figueira da Foz, o seu partido suspirava por alguém alguém que fosse contraponto de uma liderança débil como tinham sido as de Balsemão, Mota Pinto ou Machete; quando se apresentou ao País após três anos e meio de um “bloco central” que deixou os portugueses praticamente em depressão; quando os cofres europeus se abriram de par em par, estando ele em S.Bento. E ao mesmo tempo tem de entender, de uma vez por todas, que “estar no sítio certo no momento certo” não implica necessariamente “ficar na História”. Para isso, é necessário lutar por algo, sacrificarmo-nos, possuir e privilegiar valores – não bastando usar e abusar de um calculismo que tem tanto de frio e cínico como de serôdio e provinciano. É isso que diferencia um Cavaco Silva de um Mário Soares, de um Sá Carneiro, de um Francisco Salgado Zenha, de um Adelino Amaro da Costa ou de um Ramalho Eanes, por exemplo. É é por isso que enquanto uns possuiem dimensão e “mundo”, outros nunca deixarão de ser umas aplicadas e certinhas personagens a quem não se lhes conheceu um rasgo ou um pensamento minimanente brilhante durante toda uma vida...


