A PROPÓSITO de mais um "número" protagonizado pelo inefável Paulo Morais, não resisto a transcrever algumas linhas que escrevi sobre esse mesmo sujeito há cerca de ano e meio, mais concretamente a 9 de Setembro de 2013:
"Já aqui escrevi e repito:
causa-me alguma irritação ver, surgidos do nada, sabe-se lá investidos em que
legitimidade, um sem-número de criaturas que pregam a ética e a moral, quais
profetas do bem e que se julgam donos e senhores da verdade e da razão. Refiro-me
a uns quantos que ultimamente, certamente à falta de "emprego" ou de
ocupação mais rentável, pelam-se para falar de cátedra, do alto de uma
importância que só eles reconhecem e tendo-se a si próprios em grande conta,
vivendo nestes períodos pré-eleitorais, em permanente tournée estival à
imagem e semelhança de um qualquer cantor pimba ou de um ou outro
"kinito" da vida. São gente que fala, fala e... nada diz - a não ser
um chorrilho de lugares comuns, com um ar e ênfase de tratarem-se das coisas
mais importantes e quase sempre encantando plateias sequiosas de escutar de
forma mais erudita as típicas conversas de paragem de autocarro.
Vem tudo isto a propósito
de um tal Paulo Morais, expoente máximo de um certo trauliteirismo nacional
e que raro é o dia em que não surge como líder de um fascizante
"justicialismo" lançando suspeições, indirectas e aleivosidades sobre
tudo e todos, contribuindo à sua maneira para desacreditar um regime que, pese
todos os defeitos, ainda possui mecanismos suficientes para afastar quem lhe é
nocivo e quem o põe em causa(...).
