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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Adivinhem quem é o autor?


"QUANDO UM governante é impedido de falar uma sala fechada por efeito da vozearia de um pequeno grupo de contestatários não é só o governo que está em causa mas sim a própria democracia.
Os que hoje na oposição se regozijam com o facto de o poder político democrático estar refém de pequenos grupos activistas deviam pensar duas vezes, porque no futuro podem ser eles mesmos as vítimas do anarquismo arruaceiro. Como diziam os clássicos, de te fabula narrantur..."
Resposta: Vital Moreira.

As bases ideológicas do "cordeirismo"



TAL COMO o embaixador Francisco Seixas da Costa no seu blog, não resisto a interrogar-me sobre a autoria deste pensamento sobre o Serviço Nacional de Saúde e que ele reproduziu num post intitulado “A via farmacêutica para o socialismo”:
"Há aqui uma única preocupacão que é a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde a todo o custo, apontando todas as baterias para o setor privado, quando, em tudo quanto é de responsabilidade de gestão do Ministério da Saúde, não há dúvidas que aí é muito permissivo" (...) "O que se passa é que muitas vezes o setor privado tem medo e não enfrenta o Estado".
E tal como Seixas da Costa, também pergunto sobre quem terá afirmado isso ontem numa entrevista ao "Diário de Notícias" - algum conservador radical desiludido com o facto do Governo não estar a ir suficientemente para "além da troika"? Não… o candidato do PS à Câmara Municipal de Cascais, o farmacêutico João Cordeiro. É preciso dizer mais alguma coisa?!

Dilma em Lisboa: favor(es) com favor(es) se paga(m)...


A INESPERADA e breve passagem passagem por Lisboa da presidente Dilma Rousseff na próxima segunda-feira poderá culminar numa "troca" de favores entre os governos brasileiro e português: enquanto Brasília criará condições objectivas para que David Neleeman, o dono da companhia "Azul", possa adquirir a TAP; em Lisboa o executivo de Passos Coelho fará tudo para que a PT, no caso concreto o BES, conclua rapidamente a aquisição das participações do grupo de Tasso Jereissati e da construtora Andrade Gutiérrez na empresa de telecomunicações "Ôi". Quando se fala em "criar condições objectivas" por parte do governo de Dilma, estamos a falar na obtenção de uma linha de crédito junto do BNDES e de preciosas e valiosas posições e direitos de tráfego no aeroporto de Congonhas, em S. Paulo, para a "Azul".  Recorde-se entretanto que falta praticamente um ano para o início da campanha eleitoral para a reeleição de Dilma e que todo e qualquer gesto da presidente brasileira relativamente a importantes grupos empresariais brasileiros "cai que nem sopa no mel". Para bom entendedor...