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sexta-feira, 24 de maio de 2013

É oficial, a criatura é uma besta!



LEIO QUE essa inenarrável criatura que responde pelo nome de José Lello (com dois "élles", note-se...) e que ainda há dois dias, através do seu twitter, escreveu aquela imbecilidade acerca de um desabafo do pai do primeiro-ministro, veio a terreiro prometer que continuará a brindar-nos com mais boçalidades, ou seja com o que, segundo ele, lhe "vai na alma". Parafraseando o seu camarada João Galamba, também ele um "artista" na arte do teclar, está confirmado: é oficial, a criatura é uma besta!

PS - Curiosamente a este propósito (e eu sou totalmente insuspeito, até por propriamente não morrer de amores pela figura em questão) veja-se o comportamento de Miguel Sousa Tavares que, horas depois de ter sido menos feliz (chamemos-lhe assim…) com Cavaco Silva numa entrevista concedida ao “Jornal de Negócios”, teve a decência de vir publicamente reconhecer que  “não devia ter dito aquilo (..) fui atrás da pergunta”. Um amigo meu dizia-ma há bocado que era tudo “uma questão de berço”. Talvez. Mas também de carácter.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Francisco Lucas Pires: um príncipe da política


CUMPREM-SE JÁ quinze anos sobre a morte de Francisco Lucas Pires. Um desaparecimento súbito  de alguém que aliava uma forma superior de estar na política com um notável conhecimento das coisas e das gentes. Quem minimamente o conheceu saberá que é de profundo mau gosto cair na tentadora comparação com a generalidade dos actores que povoam hoje a nossa cena política. Definitivamente, Lucas Pires foi um "príncipe" do nosso regime, alguém que soube como poucos fazer política com inteligência, respeito e uma tolerância própria de quem a entende como uma arte. É alguém de quem, mesmo não tendo sido próximo, sinto muitas vezes saudade...

Um emplastro com dois "élles"...




ESTA CRIATURA representa há muito o que de pior tem a política portuguesa e o que ela possui de mais parolo e cretino, nunca se lhe tendo conhecido uma única ideia a não ser uma piadolas fáceis e uns trocadilhos que, coitado, nem serviam ao mais desastrado e desajeitado compére do parque Mayer. Foi cançonetista (começou então por chamar-se José Ribeiro de Almeida, o "Lello" com dois "élles" veio mais tarde...) e segundo uma sua camarada que o topa á légua, andou por aí a vender catterpilars até encontrar no Partido Socialista lugar e poleiro para fazer pela vidinha, primeiro carregando a pasta a Jaime Gama que sabiamente nunca lhe deu grande importância e depois, não fosse a personagem do Boavista, trocando-o por José Sócrates que chegou mesmo a dar-lhe carta de alforria no que diz respeito a dinheiros e fundos partidários. Pelo meio foi secretário de Estado para os emigrantes e até ministro dos futebóis, nunca chegando porém (vá lá!) a cumprir o seu sonho em ser "número um " no palácio das Necessidades - também era só o que faltava... Para mal dos nossos pecados, o indivíduo sente-se na obrigação de soltar umas larachas e, sem a mínima noção de nada, já chegou mesmo a ser desrespeitoso com o próprio Mário Soares;  a apelidar publicamente de "foleiro" o Presidente da Rdpública; ou a insultar o seu camarada Manuel Alegre. A outro nível, o percurso  também não é famoso. Assim de repente, que me lembre,  foi acusado de oferecer consulados honorários em troca de financiamentos para o seu partido e parece ter-se "esquecido" de incluir na sua declaração de rendimentos mais de 658 mil euros de depósitos... Convenhamos que para quem anda na política activa,  não está mal!
Hoje e a fazer jus à sua fama de imbecil resolveu, qual Carlos Abreu Amorim do lado de lá, "twittar" um comentário de profundo mau-gosto sobre um desabafo que o pai do primeiro-ministro teria tido e que o jornal "i" reproduziu em manchete: "O pai de Passos diz que 'filho está morto por se ver livre disto'. Os portugueses estão desesperados por se verem livres dele. Morto ou vivo". Alguém me conhece explicar a diferença entre esta bacorada deste  "emplastro" e o outro, o "azeiteiro" que chamou "magrebinos" a todos que não fossem lá do seu clube?