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segunda-feira, 2 de abril de 2012

E agora?

QUEM VIU há pouco António José Seguro no "Jornal Nacional" da TVI a responder ao comentário à primeira vista arrasador de Marcelo Rebelo de Sousa na sua habitual "homília" dominical, percebeu que o melífluo professor meteu "a pata na poça" e utilizou argumentos falsos para justificar uma acusação de "golpada" que, afinal, parece não ter qualquer fundamento. Aceitam-se apostas para saber como é que Marcelo irá "descalçar a bota" no próximo domingo... Será que o professor resistirá a dar a entender quem é que lhe "bichanou" ao ouvido informações não tão fidedignas quanto isso? Cheira-me que lá para os lados da "baixa" há quem ande bastante preocupado com essa hipótese...

Para Portugal, rapidamente e em força...

NÃO É apenas nos sectores financeiro, energético ou de telecomunicações que os capitais angolanos vão a pouco e pouco consolidando e fortalecendo posições. Discreta e paulatinamente, como quem não quer a coisa, o investimento angolano começa a sentir-se nos media nacionais. E de que maneira... Depois do "Sol", da parceria (que mais tarde ou mais cedo pode passar de "parceria" a compra...) com a Ongoing no "Diário Económico" e outras publicações de menor expressão da discreta entrada no capital do diário "i" e da crescente participação (dizem que já rondando os 30 por cento) na Cofina ("Correio da Manhã", "Record" e "Jornal de Negócios"), há quem garanta que Joaquim Oliveira tem já firmado um acordo de princípio com investidores angolanos que lhe permitirá "livrar-se" das suas participações na comunicação social, nomeadamente no "Diário de Notícias", "JN" e TSF - todos eles em queda vertiginosa de vendas e audiências. Resta (por enquanto...) a RTP, o grupo do dr. Balsemão, a TVI e pouco mais. Resta saber é até quando...

As voltas que o mundo dá...


HÁ VINTE anos, mais coisa menos coisa e enquanto ministra da Saúde, Leonor Beleza protagonizava uma "guerra" aberta e sem quartel contra os médicos, impondo-lhes regras e colhendo os ódios da generalidade da classe, mas também - diga-se em abono da verdade... - a simpatia  de quem recorria aos hospitais públicos. Agora, em 2012, a presidente da Fundação Champalimaud, apresta-se a receber o doutoramento honoris causa na Faculdade de Medicina de Lisboa. De facto, a vida dá (mesmo) muitas voltas!