VAMOS LÁ, de uma vez por todas, chamar "os bois pelos nomes". Há anos agarrado que nem lapa ao lugarzinho de presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, arrisca-se a ficar na história daquela pobre instituição como o maior palhaço que alguma vez por lá passou. Eu repito: pa-lha-ço. Assim mesmo! Só que este palhaço não é dos que faz rir. Tão-pouco faz chorar, porque nem para isso é competente. Verdadeiro protótipo do "energúmeno" nacional, protagonista de tristes histórias que chegaram a ter as estradas aveirenses como palco, esta estranhamente alourada personagem tem, a bem do decoro e da decência, ser rapidamente "corrido" da cadeira que ocupa e onde a incompetência, a cobardia e o oportunismo foram as marcas de um "consulado" que teima em não chegar ao fim e que envergonha quem é adepto de futebol.
Temo a sucessão, tais os figurões que se perfilam para abocanhar o lugar, com especial destaque para um pateta potencial e eterno candidato a tudo o que é lugar - mas para já o que quero ver é a presidência da FPF livre deste palhaço sem vergonha na cara. Depois logo se verá...
