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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Basílio a caminho das Necessidades?

COM A mais que provável saída (por vontade própria) de Luís Amado da chefia da diplomacia portuguesa, começa a ser visível alguma agitação nalguns círculos socialistas (e não só...) relativamente ao novo inquilino do palácio das Necessidades. E apesar do inefável José Lello continuar a tentar montanhas no sentido de cumprir o seu sonho, parece que ainda não é desta que José Sócrates, por muitas "facturas" que lhe ponham à frente, permitirá que o antigo secretário de EStado das Comunidades de António Guterres se sente na cadeira do gabinete do primeiro andar do Largo do Rilvas. A caminho parece estar Basílio Horta, que não esconde o seu "apetite" pelas Necessidades e cuja nomeação permitiria a Sócrates ter um pretexto para "matar" as ambições de Lello, Cravinho e até de Seixas da Costa.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Uma admiradora chamada... Ana Gomes

AO QUE me dizem prestes a ser anunciada como candidata do PS à presidência da Câmara Municipal de Sintra, a ainda eurodeputada Ana Gomes surpreendeu-me hoje numa entrevista ao "Diário de Notícias" onde, para meu espanto, profere uma autêntica "declaração de amor" a José Sócrates de quem , ainda bem há pouco tempo, dizia (ou insinuava) cobras e lagartos: "Hoje sinto maior admiração por José Sócrates", proclama a a antiga embaixadora num gesto reverencial e pouco habitual em quem sempre quis dar, de si própria, uma imagem de constante e interessante rebeldia. Eu bem sei que "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades" e que a indigitação como candidata à autarquia sintrense teve de ter a "benção" do líder, mas lá que é verdade que me surpreendeu esta súbita devoção por Sócrates por parte de Ana Gomes, isso é verdade...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Já deve ser vício...

O INEFÁVEL Miguel Veiga, esse vulto dos botequins da Foz voltou a fazer das suas... Referência indelével da ética, constante paladino do lugar comum e sempre pronto a vir a público do alto de uma cátedra que ninguém lhe reconhece (tirando o amigo Chico e os parceiros de balcão ou de bridge...) botar faladura a propósitio de tudo e de nada, o dr. Veiga voltou a meter "a pata na poça". Ou melhor, voltou a ser acusado de plágio! Primeiro foi José António Saraiva que, em 2005 e enquanto director do "Expresso", viu-se obrigado a afastá-lo das páginas daquele semanário, tais as acusações que foi alvo por parte do presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e relacionadas com uma irresistível tendência para o chamado "copianço" que esta plumitiva criatura possui. Agora foi a vez do DIAP (Departamento de Investigação de Acção Penal) receber uma queixa-crime de João Sousa Dias, professor de Filosofia na Escola Artística Soares dos Reis, que acusa o dr. Veiga de, mais uma vez, ter-se ido "socorrer" do que outros pensaram e escreveram para abrilhantar o seu último livro, cujo título é, por si só, elucidativo: "O meu único infinito é a curiosidade". E que curiosidade dr. Veiga, que curiosidade...