SERÁ CERTAMENTE uma coincidência, mas de facto há primeiras páginas que, como diz o outro, "não lembram nem ao careca". Especialmente para um "jornal de referência" que certamente conta, na sua redacção, com o maior número de "faróis da deontologia" por metro quadrado da imprensa portuguesa. Ou será que o "Público" virou tablóide? É que, por vezes, há fotografias ou associações que "gritam" mais do que títulos escandalosos...... ou "quem não tem cão, caça com gato...", que é como quem diz, uma página e um espaço estritamente pessoal, onde também se comenta alguma actualidade, se recordam histórias de outros tempos e se tenta perceber o que está por detrás de algumas notícias...
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Isto há cada primeira página...
SERÁ CERTAMENTE uma coincidência, mas de facto há primeiras páginas que, como diz o outro, "não lembram nem ao careca". Especialmente para um "jornal de referência" que certamente conta, na sua redacção, com o maior número de "faróis da deontologia" por metro quadrado da imprensa portuguesa. Ou será que o "Público" virou tablóide? É que, por vezes, há fotografias ou associações que "gritam" mais do que títulos escandalosos...terça-feira, 2 de setembro de 2008
Então não tinha ficado tudo mais que esclarecido?!
COM A devida vénia, transcrevo uma notícia do semanário "Expresso" na sua edição on line de hoje e que - confesso - deixou-me deveras surpreendido, dado estar convencido que este assunto estava mais do que esclarecido: "O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) chamou "para consulta" o processo relacionado com a construção do Freeport de Alcochete, que investiga eventuais práticas de corrupção e tráfico de influências.Nesta investigação está em causa uma alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um Decreto-lei assinado, entre outros, pelo actual primeiro-ministro, José Sócrates, na altura ministro do Ambiente. A alteração terá sido fundamental para a construção do Freeport de Alcochete.
O caso veio a público em Fevereiro de 2005, quando uma notícia do jornal "O Independente", poucos dias antes das legislativas, revelou um documento da Polícia Judiciária que mencionava os nomes de José Sócrates e da sua mãe como suspeitos no processo. Porém, quer a Polícia Judiciária quer a Procuradoria-Geral da República negaram qualquer envolvimento do então candidato a primeiro-ministro no caso."
Marcelo soma e segue
NO MÍNIMO desconcertante, esta atípica relação entre Marcelo Rebelo de Sousa e a liderança do PSD, quando num dia propõe um pacto de silêncio e unidade destinado a salvaguardá-la e no seguinte vem criticar duramente Manuela Ferreira Leite. Hoje o irrequieto e pelos vistos ziguezagueante professor volta a surpreender com o seu comentário acerca do estranho e complexo silêncio da líder social-democrata nos últimos meses: "É mau, mas tem mais vantagens que inconvenientes". Assim, sic. Começo a dar razão aqueles que apostam singelo contra dobrado que o que, de facto, Marcelo pretende é regressar à S.Caetano. Será?
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